Muitas empresas enfrentam problemas quando o assunto é inovação. Isso acontece, basicamente, por dois motivos: falta de entendimento do conceito e falta de uma cultura inovadora.

Com isso, separamos algumas dicas para facilitar o processo inovador na sua organização, independente do ramo que ela atue, já que isso trará muitos benefícios e transformará o modo que os funcionários pensam sobre o tema.

Uma vez que a cultura de inovação seja absorvida e amplificada internamente, sua você verá melhores resultados em diversas áreas e tarefas, mesmo nas mais simples.

Vamos lá? Read More

Ter controle sobre os gastos dos colaboradores que viajam para reuniões de negócios, visitas comerciais, inspeções, etc, é de extrema importância para a gestão financeira de um negócio. O ideal seria uma alternativa digital e livre de cupons e recibos, no entanto, saber como montar uma planilha de despesas de viagem é essencial para os gestores.

Ao longo desse post daremos algumas dicas para otimizar sua planilha de despesas.

Antes de tudo: padronização é o segredo

Padronizar a prestação de contas dos funcionários é a primeira regra para quem busca otimizar o processo.

Além de oferecer mais clareza e controle sobre o que está sendo gasto, é possível visualizar quanto dos recursos estão sendo dedicados para cobrir essa atividade. Só assim é possível evitar desperdícios, fraudes e falhas internas.

Se cada colaborador que viagem faz uma planilha diferente, segue regras diferentes, elabora relatórios diferentes, fica quase impossível analisar os número e fazer comparativos sem comprometer a eficiência do financeiro. É por esse motivo que falar em gestão de viagens é falar em gestão financeira.

Para executar uma boa gestão de viagens é preciso ter vasto conhecimento sobre o orçamento disponível, sobre os gastos recorrentes nessas atividades, quais são as despesas reais dos colaboradores, como a empresa pode interferir para otimizar a operação.

Para começar, é preciso ter noção sobre o orçamento para os gastos de viagem e tudo o que possa envolver a estadia externa do colaborador. Mas vamos falar mais sobre isso adiante.

Passo a passo: o que não pode faltar na planilha de despesas de viagens corporativas

O primeiro passo para criação de uma planilha de despesas de viagem eficiente é saber quais são as informações indispensáveis. Ou seja, aquelas que precisam ser coletadas,

Quanto o viajante gastou no total? Quais foram os gastos? Como foi a divisão desse gasto? As despesas estavam previstas no orçamento? As despesas estavam de acordo com o previsto?

Para te ajudar nesta tarefa, vamos detalhar, passo a passo, o que você precisa adicionar para tornar essa planilha realmente funcional para os seus colaboradores.

1. Cabeçalho com dados pessoais

Pode parecer bobo, mas é sempre bom lembrar: a planilha não vai aparecer com crachá.

Logo no início da planilha separe o espaço para os dados pessoais do colaborador/prestador viajante. Recomendamos que sejam preenchidos os campos:

  • nome do colaborador;
  • cargo;
  • projeto ao qual aquela viagem faz parte (caso haja);
  • setor ou área de atuação;
  • dados bancários para reembolso;

Caso haja alguma particularidade da empresa que seja útil para identificação do relatório ou conferencia após seu retorno devem ser definidas e adicionadas a essa cabeçalho.

2. Tudo sobre a viagem

É o momento de detalhar tudo sobre a viagem.

Para onde foi? Quando foi a saída? Quando foi o retorno? Qual o motivo? As informações mais básicas são fundamentais e, dependendo da quantidade de viagens corporativas, de extrema importância até para a contabilidade fiscal da empresa.

Além de permitir que o gestor mapeie o perfil de viagens corporativas da empresa, essa etapa ajuda que ele entenda melhor o objetivo de cada deslocamento.

Em resumo, na segunda etapa da planilha é preciso que o funcionário preencha:

  • a data de partida;
  • o local de partida;
  • destino da viagem;
  • motivo da viagem;
  • data de chegada;

3. Gastos detalhados

Depois de compreender os pontos fundamentais, é hora de definir como o colaborador apresentará as despesas incorridas durante a viagem.

Crie categorias pré definidas básicas para começar. Só assim você terá uma visão mais detalhada para analisar os gastos e até mesmo criar categorias pré definidas específicas de acordo com a necessidade da empresa. Essa rotina pode evitar muitas dores de cabeça no futuro.

Dentre as categorias básicas pré-definidas, as principais são hospedagem, alimentação e transporte. Essa divisão auxilia na avaliação do cumprimento da política de viagens corporativas, deixando o processo mais transparente e menos sujeito a fraudes.

4. Detalhes das despesas

Aproveite o campo de detalhamento dos gastos e reserve o espaço para o funcionário descrever cada gasto, permitindo a validação do gasto e conseguinte reembolso. Dentre as informações que devem contar no detalhamento de gastos está:

  • data do gasto;
  • valor do gasto;
  • estabelecimento onde o gasto foi feito;
  • recibo ou nota fiscal válida para comprovação do gasto;
  • outros detalhes e informações relevantes;

Essas informações, em conjunto com as categorias, vão resumir para o gestor como o ativo da empresa foi utilizado.

É essa etapa que permite a verificação do gasto dentro da política de reembolso, sua aprovação e posterior ressarcimento.

5. Não esqueça dos adiantamentos (se houver)

Nem toda empresa trabalha com adiantamentos, mas caso a sua adote essa prática, o campo de adiantamentos de despesas também precisa estar presente na planilha.

Isso porque, se não houver o devido controle, o colaborador pode acabar sendo ressarcido pelos gastos da viagem e nem comunicar ao gestor que havia recebido um valor antecipadamente. Via de regra o adiantamento é uma boa prática, mas sem o devido controle pode acabar onerando a empresa.  

5 – Coloque fórmulas que facilitem a conta

O Excel tem milhares de fórmulas que te ajudam a deixar sua planilha mais prática. Como sabemos que na prática nem sempre o vendedor é um ninja em Excel, algumas fórmulas básicas de soma e multiplicação para calcular e juntar todas as suas despesas te ajudarão a gastar menos tempo com isso.

Automatize tudo o que puder ser automatizado, afinal, os computadores e software são excelentes para isso.

6 – Capriche no visual

Uma planilha feia e difícil de entender pode te prejudicar. Invista algum tempo em mudar cores, editar estilos para que sua planilha fique com uma apresentação melhor.

Lembre-se: quanto mais você facilitar a conferência dos gastos, menos problemas terá e não precisará lidar com erros do departamento financeiro.

Pra você não sofrer mais, faça o download agora! Já deixamos a planilha prontinha para você.

É simples, basta clicar aqui – ou na imagem abaixo – para fazer o download.

Esqueça as planilhas! Conheça o Espresso

As planilhas são muito úteis e não dá pra negar que facilitam o controle dos gastos e reembolsos. Porém, o mercado já oferece soluções muito mais eficientes e ágeis, que tornam mais simples o dia dia de todos os envolvidos nesse processo.

O Espresso é uma dessas soluções.

Atualmente ajudamos mais de 400 empresas a gerenciarem suas despesas de viagens corporativas de uma forma eficiente e livre de burocracias desnecessárias. Além, claro, de oferecer maior segurança ao empregado e ao empregador.

Quer saber como podemos transformar a gestão de viagens corporativas da sua empresa? Solicite uma demonstração grátis e conheça a nossa plataforma

A inovação tem um papel fundamental no desempenho das organizações atuais. Com o objetivo de manter as empresas competitivas e saudáveis financeiramente, já não é uma opção investir em pesquisa de produtos, serviços ou processos.

E devido à importância do tema, uma área foi desenvolvida especificamente para tratar dessa evolução: a Gestão da Inovação, você já ouviu falar?

Conheça os principais conceitos, objetivos e benefícios que essa área traz:

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O significado de compliance deriva do verbo em inglês “to comply” e significa estar em conformidade com uma regra

No contexto empresarial, o compliance está relacionado à conduta da empresa e sua adequação às normas dos órgãos de regulamentação.

Assim, o sistema de compliance envolve todas as regras, políticas, controles internos e externos e diretrizes estabelecidas para o seu negócio em todas as esferas: fiscal, trabalhista, financeira, contábil, ambiental, previdenciária, jurídica, ética, etc.

Existem uma série de benefícios da gestão de compliance para a empresa, especialmente se houver uma estrutura para ela.

Nas viagens corporativas, o compliance está associado ao cumprimento de políticas internas relacionadas às viagens e ao self compliance – à gestão dos próprios atos para respeito às regras. 

O conceito de self compliance indica que além da necessidade de a empresa estabelecer e fiscalizar normas, há a necessidade de que estimule que cada indivíduo reexamine suas práticas, monitorando a si mesmo.

O compliance e o self compliance estão fortemente associados à transparência e à ética. 

Os benefícios do compliance e do self compliance vão desde o fortalecimento da confiança dentro e fora da empresa à melhor gestão dos recursos e redução de custos – gerando valor para funcionários, empresas e consumidores. 

Confira agora 11 dicas práticas para garantir compliance nas viagens corporativas!

13 dicas práticas para garantir o compliance da sua viagem corporativa

1. Crie e/ou aprimore sua Política de Viagens Corporativas

O primeiro critério de importância quando falamos sobre compliance e self compliance em viagens corporativas, sempre será a política de viagens corporativas. 

Não é uma novidade, já que o compliance nesse contexto diz respeito a cumprir políticas internas.

Para que as regras internas sejam cumpridas, elas precisam ser formalizadas e difundidas. 

Se as regras existem apenas informalmente, podem ser mais facilmente distorcidas e difíceis de repassar a novos colaboradores. 

A criação de uma política de viagens favorece o self compliance à medida que norteia melhor os colaboradores – que saberão como devem proceder nas viagens corporativas, seja em relação aos fornecedores, às despesas e à própria conduta.

A política de viagens corporativas pode ser definida como um apanhado de diretrizes em relação às jornadas empresariais, dentro ou fora do país de origem da empresa. 

Estas diretrizes estabelecerão todas as demandas a serem seguidas durante todo o processo da viagem, desde o seu planejamento até sua conclusão. 

Se você já tem uma política de viagens, verifique se ela realmente contém todos os aspectos essenciais durante todo o processo de viagem.

2. Crie e/ou aprimore sua Política de Reembolso

É necessário também estruturar e formalizar uma política de reembolso – já que os reembolsos são uma prática muito recorrente de pagamentos corporativos em viagens.

A política de reembolso de despesas tem como objetivo estabelecer e deixar claro quais despesas são reembolsáveis aos funcionários, como é calculado o valor que será reembolsado, como o processo de reembolso ocorrerá e quais procedimentos e regras devem ser respeitados por parte dos funcionários e da empresa para que o reembolso ocorra.Veja também:  Política de reembolso de despesas corporativas: aprenda como fazer

Para te ajudar nessa tarefa, você pode utilizar o nosso  Criador de Política de Reembolsos – onde você obtém gratuitamente um documento personalizado para a sua empresa! 

3. Crie e/ou aprimore sua Política de Uso de Cartão Corporativo

Outra política importante para compliance e self compliance na empresa é a política de uso de cartão corporativo. 

Esta define e formaliza regras para utilização de cartão corporativo e outros aspectos relacionados a esse uso como penalidades do descumprimento – auxiliando na redução de fraudes.

4. Divulgue as políticas de maneira eficaz

Não é possível fortalecer o self compliance se as políticas existirem, mas não forem divulgadas.

É importante garantir que os colaboradores tenham acesso às políticas internas da empresa – sempre que precisarem consultá-las, mesmo que remotamente. 

É ideal também que elas sejam apresentadas a eles em reuniões e palestras, já que o conteúdo apenas escrito pode não ser integralmente absorvido. 

5. Aprimore a prestação de contas

Um processo bem estabelecido de prestação de contas favorece o self compliance e o compliance – dificultando desde fraudes à perda de informações. 

Para isso, invista na padronização de relatórios de viagens, vendas e despesas. 

Além disso, é ideal ter uma ferramenta que automatize tudo que for possível na prestação de contas, como o Espresso. 

A automação de tarefas burocráticas poupa tempo dos colaboradores – gerando maior satisfação. Também melhora a confiabilidade e segurança das informações. 

No Espresso, por exemplo, o viajante corporativo tira fotos das notas fiscais de despesas corporativas e o app preenche automaticamente relatórios de despesas, através da tecnologia OCR. 

O app possui um módulo exclusivo para aprimorar o compliance na prestação de contas!

Com essa tecnologia, a gestão recebe alertas de irregularidades na prestação de contas, e evita os erros e imprecisões da conferência manual de notas fiscais.

6. Faça o controle de gastos e auditorias

O controle de gastos favorece o self compliance – à medida que inibe fraudes. 

Além disso, é capaz de identificar o mau uso de recursos, mesmo que não intencionalmente. 

Para controle de gastos, também é interessante contar com aplicativo de gestão de despesas corporativas como o Espresso

O app permite o monitoramento de gastos em tempo real, gera relatórios inteligentes de despesas corporativas e ainda possui integração com cartão corporativo. 

As auditorias, por sua vez, não envolvem apenas a fiscalização de gastos – mas dos processos e documentos, em geral. 

As auditorias são importantes para que a empresa saia do automático e consiga identificar melhor problemas, fraudes, gargalos e oportunidades de melhoria. 

Podem ser feitas internamente ou por empresas especializadas – que podem contribuir com uma nova visão. 

7. Verifique a legislação do destino

As regras, leis e boas práticas variam de um país para outro. Por isso, é essencial conhecer a legislação do país de destino em relação às atividades que serão realizadas. 

Essas situações variam desde os documentos necessários para entrar no país aos processos de compra e tributação. 

8. Fortaleça a cultura e o clima organizacional

A confiança é um valor fundamental para cultivar um bom clima organizacional, bem como gerar relações de reconhecimento. 

Por isso, para estimular o self compliance, a gestão de compliance não deve ser sinônimo de controle excessivo, espionagem e constrangimentos. 

O compliance está atrelado a relações de transparência e confiança. 

Por isso, estimule valores como confiança, honestidade, comprometimento, integridade, transparência, coletividade dentro da empresa. 

Fortaleça um bom clima organizacional – que além de gerar maior satisfação – também fortalece a adesão às políticas e objetivos da empresa. 

9. Faça relatórios gerenciais

Os relatórios e sua divulgação são essenciais para aprimorar os processos nas viagens corporativas e a eficácia das políticas. 

Conte com ferramentas que permitam extrair insights valiosos sobre os centros de custos, as despesas corporativas e outros indicadores, como o Espresso.

10. Fornecedores

O compliance também envolve escolher fornecedores idôneos

Por isso, certifique-se de fazer uma boa seleção de fornecedores – não apenas considerando as opções mais econômicas. 

É preciso que os fornecedores também sejam responsáveis.

11. Conte com tecnologias 

Como vimos, muitos são os detalhes para garantir o compliance nas viagens corporativas. 

Por isso, é inviável que os colaboradores não contem com a tecnologia para otimizar seu trabalho. 

A tecnologia permite automatizar tarefas e obter mais tempo para dedicar a atividades mais relevantes. 

Com mais tempo para atividades relevantes, o trabalho torna-se mais significativo e estimulante – o que favorece a satisfação com o trabalho e o self compliance.

O termo ESG vem de Environmental, Social and Governance, em inglês. Em tradução livre, é a representação de ações para medir as iniciativas de viés ambiental, social e de governança dentro de uma organização.

O ESG é utilizado para mostrar quão engajada a empresa está em minimizar o seu impacto no meio ambiente no que diz respeito a todos envolvidos em sua operação.

Seja em prol de frear as mudanças climáticas ou mesmo de proporcionar um ambiente corporativo mais saudável e sustentável para as pessoas, grandes empresas e seus conselhos de administração estão se movimentando.

Uma vez colocadas como agentes de transformação social e não apenas como organizações com fins lucrativos, companhias do Brasil e do mundo voltam seus olhos para critérios de sustentabilidade ambiental e social para tornarem o mundo um pouco melhor.

Os efeitos positivos, no entanto, não param por aí. O estudo mais recente da consultoria global BCG mostra que o comprometimento com práticas ESG também tem se traduzido em melhores resultados financeiros.

Investidores passam a olhar a empresa com bons olhos, funcionários se sentem mais engajados e respaldados para entregarem mais e melhor. No fim, todos saem ganhando. Mas de onde vem o conceito de ESG?

Como surgiu o ESG?

A sigla ESG ganhou peso nos últimos anos, mas, na verdade, surgiu há mais de uma década atrás.

O termo foi criado em 2004, em uma publicação chamada Who Cares Wins (Ganha Quem Se Importa, em português) do Banco Mundial em parceria com o Pacto Global da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) e instituições financeiras de 9 países, incluindo o Brasil.

Este documento é o resultado de uma provocação do secretário-geral, Kofi Annan, da ONU a 50 CEOs de grandes instituições financeiras do mundo à época. 

Seu intuito era obter respostas dos bancos sobre como incluir os critérios ESG no capitalismo moderno.

O sucesso do questionamento se vê no crescimento da importância do conceito, que, ano a ano, motiva transformações de desenvolvimento sustentável em companhias dos mais variados setores e segmentos.

Qual o significado de cada letra e como ela influencia o ESG?

O conceito é formado por três pilares, representados pelas três letras, e cada um diz respeito a um assunto específico.

Cada fator se assume como termômetro para mensurar quanto uma empresa está comprometida em ter operações e processos sustentáveis.

ESG – Environmental (Ambiental)

Diz respeito às ações de uma organização para conservar o meio ambiente e envolve questões como:

  • poluição do ar e da água;
  • desmatamento;
  • gestão de resíduos;
  • aquecimento global e emissão de carbono;
  • biodiversidade;
  • eficiência energética;
  • escassez de água.

ESG – Social

A parte social se refere a como é a relação da empresa com a sociedade a sua volta, como ela se relaciona com as pessoas que fazem parte do seu mundo e abrangem coisas como:

  • proteção de dados e privacidade;
  • engajamento dos funcionários;
  • relacionamento com a comunidade;
  • satisfação dos clientes;
  • diversidade da equipe;
  • respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas.

ESG – Governance (Governança Corporativa)

Esse conceito se refere a como é a administração da empresa. Dentre os principais fatores de mudança, estão:

  • estrutura do comitê de auditoria;
  • remuneração dos executivos;
  • existência de um canal de denúncias;
  • composição do conselho;
  • conduta corporativa;
  • relação com entidades governamentais e políticos.

Por que se importar com ESG na sua empresa?

Essa tendência não deve desacelerar ao longo dos próximos anos. Ou seja, como negócio, a visão de longo prazo precisa incluir o ESG de alguma forma, mesmo que aos poucos, para que a companhia não fique para trás.

Gigantes como o Nubank já começaram a se movimentar visando os diversos benefícios dessa nova realidade. O compromisso da fintech com o meio ambiente foi reforçado com ações que zeraram a emissão de carbono da empresa, e isso é só um dos exemplos.

O conceito paperless é outro ponto de transformação que já ganha adeptos por suas diversas vantagens operacionais, financeiras e ambientais.

Os colaboradores manifestam sua preferência por uma companhia saudável e sustentável em seu ambiente. Estudos demonstram que o engajamento de funcionários é maior quando há uma política de sustentabilidade bem implementada.

ESG no foco do mercado financeiro

De outro ângulo, investidores do mercado financeiro e da bolsa de valores também passam a voltar suas atenções para esse tipo de negócio.

Adotar as práticas ESG possibilita levantar discussões que impactam diretamente nos resultados. Além disso, passam a ser fatores fundamentais para alavancar investimentos sustentáveis em prol de empresas que realmente se preocupam com o futuro do planeta e da sociedade.

Atualmente, já existem até fundos ESG, opções também conhecidas como ‘fundos verdes’, focados em organizações que apresentem um bom desempenho em, pelo menos, um dos três critérios do ESG.

Essa é uma excelente oportunidade para empresas emergentes e, em muitos casos, startups que já nascem com o alinhamento sustentável em seus modelos de negócio.

Agora que você já entendeu mais a fundo o que é ESG, suas vantagens e a importância que o conceito tem ganho perante o mercado, que tal se comprometer com esse movimento?

Seja na redução de papel na empresa, reduzindo a emissão de carbono ou mesmo criando boas práticas para os colaboradores, é importante começar de alguma maneira.

Como o Espresso se enquadra no ESG?

Junto às milhares de empresas que já contam com o Espresso para a gestão de despesas corporativas e reembolsos, ajudamos a elevar o estágio de ESG das companhias.

Funcionalidades como a digitalização de recibos contribuem para a redução do uso de papel. De outro lado, uma gestão mais transparente graças à tecnologia proporciona melhorias significativas de governança, dando maior confiança a todos os envolvidos. 

Nosso compromisso com a transformação digital do departamento financeiro vai de encontro com as boas práticas de ESG, o que faz com que organizações conscientes busquem, cada vez mais, plataformas como o Espresso para integrar em suas operações.

Quer saber mais sobre como podemos ajudar a revolucionar a gestão financeira da sua empresa? Solicite uma demonstração gratuita e saiba mais.

De uma forma resumida, mas correta, é possível dizer que cartão corporativo é um cartão (seja ele de crédito ou débito) destinado às empresas.

Da mesma forma como o cartão para pessoas físicas, o cartão para empresas tem suas limitações de acordo com o plano e a instituição financeira à qual são vinculados. Ou seja, conforme o contrato de cartão que a empresa possui são definidos benefícios, limite de gastos, se é possível ou não realizar transações internacionais, dentre outras.

Diferente do cartão de crédito comum, o cartão corporativo não precisa ser nominal. Ele pode ser utilizado por uma única pessoa, como um sócio, ou pode ser utilizado por vários funcionários, ou por um time predeterminado. Tudo depende de como a empresa irá escolher lidar com os cartões corporativos, e o contrato estabelecido com o banco prestador do serviço.

É comum que as empresas utilizem o cartão corporativo ou um cartão empresarial sejam usados para despesas como:

  • Despesas de viagens corporativas e equipe externa (como hospedagem, traslado, alimentação);
  • Compra de materiais para escritório e reposição de estoque;
  • Reuniões com clientes e visitas comerciais;
  • Compra de insumos;
  • Anúncios e mídia paga;

Nesse texto buscamos expandir um pouco mais do conceito do que é um cartão corporativo e responder as principais dúvidas existentes sobre o tópico. Para saber mais sobre o Cartão Corporativo do Espresso clique aqui.

1) Existe diferença entre Cartão empresarial x Cartão corporativo

É comum, durante uma pesquisa para instituir um cartão na sua empresa que você se depare com os termos Cartão empresarial e Cartão corporativo. É comum que sejam usados como sinônimos e isso não está completamente errado. No entanto, a diferença entre eles está no faturamento da empresa.

O cartão corporativo geralmente é para empresas com um faturamento mensal maior do que as empresas com cartão empresarial. Com isso, o corporativo pode possuir regalias a mais: maior prazo de pagamento, benefícios e diminuição de algumas taxas. E, de novo, tudo depende do contrato.

Mas no fim, eles exercem a mesma função que um corporativo.

2) Qualquer empresa pode ter um cartão corporativo?

Qualquer empresa, indiferente do porte e faturamento mensal, pode adquirir um cartão empresarial ou corporativo. Para isso, solicite para seu banco e conheça mais sobre as restrições e contratos. As burocracias e funcionalidades, bem como limites e taxas, mudam de banco para banco.

De qualquer forma, saiba que sua empresa pode possuir um cartão corporativo (ou empresarial) para ajudar a organizar suas finanças e centralizar as despesas, inclusive o cartão do Espresso: que está disponível para empresas de todos os portes e segmentos.

3) Cartão corporativo é pré pago ou pós pago? Qual é melhor?

Existem cartões corporativos pré pago e pós pago. Definir qual deles é melhor, porém, vai depender de vários fatores: afinal cada um tem suas vantagens e desvantagens.

A escolha certa depende da atual situação da sua empresa.

Com o cartão pós pago é possível que o colaborador/a empresa realizem compras parceladas. Funciona bem próximo a um cartão de crédito pessoal de pessoa física, garantindo um prazo para o pagamento da compra realizada. Esse cartão permite, por exemplo, aliviar o fluxo de caixa e alocar os gastos no futuro.

Já o cartão pré pago demanda a existência de um saldo disponível. Ele é melhor para você que procura um processo menos burocratico e a liberação de limites maiores de forma mais rápida – já que é você quem define o limite recarregando a conta vinculada. É um ótimo recurso para reduzir reembolsos e gastos com viagens corporativas.

Além disso, ele funciona como o sistema de adiantamentos, oferecendo menor burocracia e maior controle de gastos corporativos.

Agora que você entendeu como funciona o cartão corporativo pré pago, aproveite para se inscrever na lista de espera e entrar na fila para usar o Cartão Espresso e transformar seus processos financeiros.

4) Quais as principais vantagens de um cartão empresarial/corporativo

Indiferente do tipo do seu cartão, as vantagens são as mesmas.

Os cartões surgiram para facilitar as finanças e organizá-las desde o início. Tornando o trabalho do departamento financeiro descomplicado. Entre os benefícios do uso de um cartão podemos listar:

Separar as contas da empresa

Uma das principais dicas em como organizar as contas da empresa é separar a conta pessoal da profissional. Algumas empresas ainda insistem em utilizar a conta profissional para fins pessoais (ou vice e versa), o que essa prática afeta as finanças da empresa, principalmente no quesito organizacional.

Optar por um cartão irá ajudar nessa organização. Assim, você nunca mais precisará usar seu cartão pessoal para questões referentes à sua empresa. 

Organizar os gastos e despesas dos funcionários

Um cartão empresarial para os funcionários é uma maneira de descentralizar a compra ou pagamento de serviços, ao mesmo tempo que centraliza toda a fatura. Dessa forma, é dada a independência aos funcionários, mas o controle dos gastos e despesas continua com a empresa.

Facilita a conciliação contábil

A conciliação contábil é o processo de comparação entre valores que saíram e entraram na sua conta. Com a divisão feita pelo uso do cartão, se torna mais fácil essa comparação, uma vez que os gastos não se misturam e estão centralizados.

Agiliza (e melhora) o controle financeiro empresarial

Boa parte dos cartões corporativos e empresariais possuem um controle online em tempo real. Assim, o controle pode ser feito todo fim do mês, por exemplo, mas a possibilidade de acompanhar as transações de forma online fornece maior segurança e comodidade às empresas.

5) Quais são os principais desafios com o cartão corporativo

Mas nem tudo são flores. A aquisição de um cartão corporativo, em alguns casos, acompanha de desafios ao departamento financeiro. Nada que impossibilite (ou invalide) a adoção de um cartão, mas cuidados deverão ser tomados. Portanto, esteja ciente dos seguintes pontos:

  • Despesas em Dólar

É importante antes de cada compra em Dólar calcular a variação cambial entre Dólar e Real. Agora, o cálculo é feito no dia da compra, não mais no fim da fatura como alguns anos atrás. Outro ponto é que, como os cartões podem ser disponibilizados aos funcionários, é importante alertá-los sobre compras nesse formato.

  • Dificuldade de abrir as despesas detalhadas 

Olhando pela perspectiva do departamento financeiro, há vezes que os valores chegam compilados. Ou seja, não é possível identificar a origem de cada despesa. Isso é importante para a documentação de caixa, considerando também o plano de contas anteriormente criado. Só assim é possível extrair relatórios de despesas e identificar quais são os maiores valores e quais despesas são recorrentes.

  • Gestão das despesas recorrentes

É preciso também tomar cuidados com as despesas recorrentes, como assinaturas de softwares e afins. Nesses casos, são creditados os valores mensalmente. Portanto, é importante tê-los documentados em contas a pagar e a receber. Tudo isso para manter um controle preciso e sem surpresas.

Concluindo

O cartão corporativo ou empresarial é uma boa maneira para descentralizar os pagamentos e organizar as finanças da sua empresa. Mas, como dito, cada cartão possui particularidades em relação ao banco prestador do serviço.

Venha conhecer o cartão Espresso, uma solução descomplicada e eficiente para gerenciar suas despesas.

O cartão Espresso é 100% integrado à gestão de despesas. Uma solução financeira simples, completa e criada sob medida para resolver os principais problemas que ainda existem na sua prestação de contas.

Com o cartão Espresso você pode:

  • Dar adeus aos adiantamentos em dinheiro;
  • Eliminar a conciliação de faturas e recibos, diminuindo erros e fraudes;
  • Garantir maior controle dos valores oferecidos e gastos pelos colaboradores;
  • Minimizar a complexidade da sua prestação de contas, economizando tempo e reduzindo o desgaste dos seus colaboradores;
  • Melhorar a segurança física e trabalhista de toda a empresa.

Integre nosso app ao seu ERP, dê adeus definitivo aos cupons, notinhas e planilhas. 

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Muito usado no exterior e cada vez mais popular no cenário empresarial brasileiro, o cartão corporativo é uma das melhores alternativas disponíveis no mercado para quem quer aumentar o controle sobre os gastos e reduzir as chances de fraude.

Nosso novo lançamento, a conta digital com o Cartão Espresso, traz a solução que faltava para impulsionar sua empresa no rumo de um financeiro mais eficiente, produtivo e seguro.

O Espresso é uma plataforma digital completa (web e mobile) que automatiza de ponta a ponta sua gestão de reembolsos, adiantamentos e prestação de contas. A chegada do cartão complementa nossa ferramenta integrando as despesas 100% dentro da prestação de contas, dispensando qualquer processo de conciliação.

No entanto, muitas dúvidas surgem quando o assunto envolve mudanças no processo financeiro. Dentre as perguntas que mais recebemos: Essa não é uma ferramenta muito cara para minha empresa? Será que não perderemos o controle e estaremos mais sujeitos a fraudes? Será que os benefícios do cartão são suficientes para justificar as mudanças?

São questões comuns e para respondê-las trouxemos esse artigo com 5 usos do cartão corporativo que vão facilitar a sua vida e da sua empresa. Leia até o final para solucionar todas as suas dúvidas e entender as principais vantagens de aplicar essa tecnologia na sua empresa.

Afinal de contas, o que é um cartão corporativo?

Um cartão corporativo é um cartão de crédito ou débito, que pode ser usado pelo colaborador para custear ou contrair gastos diretamente relacionados com suas atividades na empresa. Gastos com viagens e consultorias, despesas de combustível, alimentação, hospedagem ou até mesmo cobrir estoque de materiais de escritório, valores gastos em mídia paga e por aí vai.

Ele é bem semelhante ao cartão que você, pessoa física, utiliza no dia a dia. A principal diferença é que as compras realizadas com ele serão faturadas para a empresa contratante e não para o colaborador que as realizar.

A princípio pode parecer que essa é uma realidade exclusiva para empresas de grande porte, mas independente do porte, setor de atuação, quantidade de funcionários, é possível fazer um cartão para sua empresa e aproveitar todos os benefícios.

Inclusive, quando aliado a uma política de uso bem feita, o cartão corporativo pode ser um recurso poderoso no controle de gastos e ações antifraude – tão importantes para pequenos e médios negócios. 

Quem pode usar o cartão da empresa?

Desde que diretamente vinculados com a empresa, os cartões podem ser distribuídos para todos os funcionários de acordo com a necessidade e as regras estabelecidas pela contratante. 

As regras de uso e o que cada colaborador está autorizado a fazer com seu cartão também será vinculado às regras estabelecidas internamente.

Todos os cartões corporativos são iguais?

Existem vários tipos de cartão corporativo no mercado, mas via de regra eles seguem dois modelos principais: o pré-pago e o pós pago. 

Pré-PagoPós-Pago
Recarregável (Extrato)Compra e depois paga (Fatura)
Sem aprovação de créditoAprovação de crédito
Sem anuidadeAnuidade
Não permite compras parceladasPermite compras parceladas

Agora que você entendeu como funciona o cartão corporativo, aproveite para se inscrever na lista de espera e entrar na fila para usar o Cartão Espresso para transformar seus processos financeiros.

5 usos do cartão que vão melhorar sua vida e da sua empresa

Centralização de Despesas

O cartão corporativo vem para centralizar as despesas em um único extrato ou fatura, permitindo o acompanhamento diário dos gastos, melhorando o controle de gastos dos seus colaboradores.

Além de evitar a transferência direta de dinheiro para colaboradores, a famosa caixinha e os reembolsos sem controle, a centralização das despesas permite que você tenha acesso mais fácil aos dados relativos aos gastos.

Uma vez que os dados estão mapeados é mais fácil tomar decisões estratégicas e realizar ajustes na política de uso do cartão, evitando perdas.

Auditoria e segurança contábil

Consequência direta da centralização das despesas, a conciliação contábil também só tem a ganhar com o uso de um cartão corporativo.

O uso do cartão facilita o processo de auditoria e segurança contábil, uma vez que a fatura permite a visualização dos valores sem que haja confusão entre eles. No cartão Espresso, inclusive, a conciliação entre os valores que saíram e entraram é feita automaticamente: ele é 100% integrado à gestão de despesas.

Veja também: Tributação de reembolso e outras dúvidas jurídicas

Melhoria do Processo de Prestação de Contas

Sabemos muito bem que empresas com demandas onde viajar faz parte da rotina dos colaboradores, gastos com combustível, alimentação, estacionamento e hospedagem são comuns e recorrentes.

Para que isso aconteça o colaborador precisa solicitar adiantamentos ou realizar  o gasto do próprio bolso e solicitar reembolso mediante comprovação dos gastos.

O cartão corporativo vem para facilitar esse processo, onde o colaborador realiza os gastos direto na conta da empresa apenas justificando as despesas.

Separação das Despesas Pessoais e da Empresa

Ainda é muito comum que o colaborador utilize seu cartão pessoal para realizar despesas em nome da empresa, solicitando reembolso posteriormente. 

Esse processo ainda recorrente pode levar a uma grande confusão no controle e acompanhamento do orçamento que foi estabelecido para esse tipo de gasto, afetando o fluxo de caixa e a saúde financeira da sua empresa.

Com uso do cartão corporativo a sua empresa tem um extrato/fatura próprio de controle total do seu financeiro, além de evitar os adiantamentos ou que o colaborador gaste o próprio dinheiro com despesas da empresa.

Maior segurança tributária para todos os envolvidos.

Planejamento Financeiro

Com o uso do cartão corporativo sua empresa conseguirá ter um planejamento financeiro, com controle de gastos e até estabelecer limites, como por exemplo:tipos de despesas, centro de resultados, projetos, times, entre outros.

O maior ganho nesse quesito é o de poder gerenciar o dinheiro destinado para despesas  da sua empresa com mais assertividade e precisão, além de gerar um histórico que vai permitir previsões de gastos futuros.


Controlar as despesas e gastos da sua empresa pode ser um desafio hoje, mas não precisa ser difícil para sempre. É por isso que centenas de empresas acreditam e confiam no Espresso para automatizar a gestão financeira e tornar os processos mais seguros e eficientes.

O cartão Espresso é 100% integrado à gestão de despesas. Uma solução financeira simples, completa e criada sob medida para resolver os principais problemas que ainda existem na sua prestação de contas.

Com o cartão Espresso você pode:

  • Dar adeus aos adiantamentos em dinheiro;
  • Eliminar a conciliação de faturas e recibos, diminuindo erros e fraudes;
  • Garantir maior controle dos valores oferecidos e gastos pelos colaboradores;
  • Minimizar a complexidade da sua prestação de contas, economizando tempo e reduzindo o desgaste dos seus colaboradores;
  • Melhorar a segurança física e trabalhista de toda a empresa.

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De modo geral, podemos considerar como viagem à trabalho qualquer situação em que o funcionário necessite se deslocar em função da empresa. Não importa a natureza do deslocamento: seja ele uma visita à cliente, participação em treinamentos ou feiras, consultorias, visita a filiais, etc, desde que o funcionário esteja desempenhando alguma função vinculada a empresa, inclusive nos casos em que a atividade seja na mesma cidade.

Com a pandemia muitas empresas se viram substituindo rotinas externas por reuniões virtuais, forçadas a se adaptar à uma nova realidade de distanciamento social para conter o avanço do vírus. No entanto, as viagens nunca pararam completamente e agora, mais do que nunca, estão retomando com força total no ambiente corporativo.

Por muitas vezes serem imprescindíveis e fazerem parte da realidade dos profissionais das mais diversas áreas, é necessário que os envolvidos nesses deslocamentos saibam seus direitos.

Afinal, existem leis e normativas exclusivas para amparar o trabalhador que precisa se deslocar/viajar a trabalho, como por exemplo o pagamento de diária de viagem ou reembolso de despesas. Pensando nisso, escrevemos esse artigo compilando as informações mais importantes. Leia até o final para saber tudo.

1 – Despesas de viagem

É de se esperar que uma viagem a trabalho demande gastos. Sejam eles de combustível, transporte, hospedagem ou alimentação, o que poderá ser gasto pelo trabalhador em nome da empresa varia de acordo com a política interna.

As formas mais comuns de realizar este pagamento são as diárias de viagem, adiantamento e reembolso de despesas.

  • Diárias de viagem: conforme a lei trabalhista estabelece, se trata de um valor dado ao funcionário para custear a viagem, é um pagamento regular quando o contrato de trabalho prevê viagens constantes;
  • Adiantamento: possui a mesma finalidade das diárias de viagem, mas não são constantes, o empregador disponibiliza ao funcionário um adiantamento para arcar com as despesas da viagem;
  • Reembolso de despesas: se trata de uma forma diferente de custear tais viagens, neste caso o próprio funcionário faz a viagem e arca com todas as despesas com seu próprio dinheiro em primeiro momento. Somente após realizada a viagem, o funcionário apresenta à empresa as notas fiscais comprovando seus gastos e então recebe uma indenização por eles, ou seja, seu reembolso.

O reembolso de despesas é uma opção bastante eficiente para as empresas, garantindo mais segurança financeira, prevenindo irregularidades e eliminando a morosidade do processo. No entanto, esse processo, quando feito de forma manual, pode ser oneroso para a empresa. Algumas soluções, como o Espresso, já oferecem alternativas que automatizam, otimizam e tornam esse processo livre de fraudes.

Independente de qual for a modalidade escolhida para custear as despesas da viagem, é importante ressaltar que tais despesas são de responsabilidade da empresa, elas podem ser passagens aéreas, rodoviárias ou ferroviárias, translado, gasto de quilometragem (caso a viagem seja realizada em carro próprio), ingressos e entradas em eventos corporativos, gastos com alimentação, hotéis, transportes públicos, etc.

Tal determinação tem sua base no art. 2º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ele estabelece que “cabe ao empregador assumir os riscos econômicos do negócio”, sendo assim a empresa não pode repassar para seus funcionários a responsabilidade de custear suas ferramentas de trabalho com seu próprio dinheiro, já que tais ferramentas tem como finalidade o benefício final do empregador e de sua empresa

Todos estes gastos são de responsabilidade da empresa, mesmo que em primeiro momento o funcionário pague todas elas com seu próprio dinheiro, a empresa está obrigada por lei a arcar com quaisquer despesas necessárias para que o funcionário possa exercer a atividade para a qual foi designado. Caberá a empresa escolher qual será a melhor forma de realizar tais pagamentos de acordo com suas políticas internas.

Por se tratar de uma verba indenizatória, ou de ressarcimento, tais valores não integram o salário do funcionário e não pode haver qualquer desconto fiscal sobre eles.

Em caso de despesas pessoais, como compras de presentes ou bens de benefício próprio independentes do exercício da atividade realizada, elas serão consideradas despesas não reembolsáveis ainda que realizadas durante a viagem de negócio.

2 – Horas Extras

Outra importante dúvida que pode surgir diz respeito ao pagamento de horas extras, e neste caso não existe uma resposta clara de como elas deverão ser contabilizadas por que o pagamento irá depender do contrato de trabalho específico de cada funcionário.

De acordo com a CLT, o pagamento das horas extras é um direito de todo trabalhador, mas não existe nenhuma previsão clara quanto ao pagamento e contabilização dessas horas para funcionários que estão viajando à trabalho.

Existem duas situações principais que irão nortear a forma de lidar com as horas extras em casos de viagem à trabalho, elas são, o controle de horas trabalhadas e o tempo gasto à disposição da empresa.

O controle de horas trabalhadas: nos casos em que o funcionário não possuir uma jornada fixa de trabalho, não poderemos falar em contabilizar horas extras durante a viagem corporativa, independente do período da viagem; porém nos casos em que o funcionário possui uma jornada fixa de trabalho o registro ou não das horas extras vai depender da quantidade de horas trabalhadas.

Caso o trabalhador cumpra com sua jornada de trabalho mesmo em viagem, não há de se falar em horas extras, porém se ele extrapolar tal jornada diária ou semanal em virtude da viagem, estará configurada a necessidade de se pagarem tais horas extras. Para realizar tal cálculo é importante levar em consideração que o pernoite e deslocamento não contam como horas trabalhadas, mas podem ser consideradas como tempo à disposição da empresa como veremos a seguir.

Tempo à disposição da empresa: outra questão a ser levada em consideração diz respeito ao tempo à disposição da empresa. Nos casos em que o funcionário tem suas atividades restringidas fora do horário de trabalho, ou seja, mesmo fora de horário de trabalho ele pode receber ordens da empresa a qualquer momento, isso significa que ele está à disposição da empresa.

Neste caso as horas extras devem ser contabilizadas mesmo que não se esteja exercendo nenhuma atividade direta, por que se a qualquer momento o funcionário pode ser acionado pela empresa ele de fato está vinculado a ela, não podendo realizar outras atividades e devendo receber por este período.

3 – Acidentes de Trabalho

Caso ocorra algum acidente em viagens à trabalho, eles serão equiparados à acidentes de trabalho, e como em todo acidente de trabalho convencional o empregador está obrigado a comunicar o acidente junto ao INSS. Os primeiros 15 dias de afastamento são considerados como interrupção contratual e seu pagamento ficará a cargo do empregador, após esse período tais pagamentos serão de responsabilidade do INSS.

Afim de resguardar seus trabalhadores é possível que a empresa contrate uma apólice de seguro de viagem à trabalho, apesar de não ser muito comum devido à sua não obrigatoriedade em território nacional, porém em casos de viagens internacionais a contratação de um seguro neste sentido é obrigatória.

4- Adicional de Periculosidade

Além das horas extras, muito se questiona quanto a periculosidade envolvida nessas viagens e seu respectivo adicional, porém neste caso a CLT e a CF (Constituição Federal) são claras em estabelecer que o profissional que viaja a trabalho não tem direito ao adicional de periculosidade.

Conforme estabelecido no art. 7, inciso XXII da CF, e art. 193 da CLT, apenas trabalhadores que exercem “atividades penosas, insalubres ou perigosas” tem direito ao adicional de periculosidade, são exemplos de tais atividades, as que tem contato permanente com inflamáveis, explosivos ou condições de risco acentuados, atividades perigosas com risco de morte, como as atividades relacionadas a energia elétrica, explosivos, substâncias inflamáveis, radiação ionizante e substâncias radioativas.

Profissionais como frentistas de posto de combustível, operadores de distribuidoras de gás, funcionários no setor de energia elétrica, se enquadram nos casos estabelecidos pela lei e recebem o adicional de periculosidade, porém os trabalhadores que viajam a trabalho mesmo que regularmente não se encaixam em tal categoria, não possuindo direito de receber o adicional de periculosidade.


Por fim, observamos que as viagens à trabalho possuem características específicas e importantes, cabendo tanto ao funcionário quanto a empresa entenderem de forma clara todos os direitos e deveres envolvidos neste processo.

Para que tudo ocorra da melhor forma possível é preciso que a empresa respeite os direitos estabelecidos na lei e os explique aos seus funcionários, e caberá aos funcionários não ir além de tais direitos, sendo justo e honesto com seus gastos, repassando todas as etapas da viagem em detalhes para a empresa, para que assim ela possa assumir todos os riscos e gastos envolvidos na viagem sem nenhum ônus ao trabalhador, além de garantir seu acolhimento em caso de acidentes.

O melhor caminho para que ambas as partes se sintam respeitadas é um bom diálogo e uma boa organização empresarial interna, estabelecendo os objetivos da viagem e quais serão as ferramentas utilizadas para sua realização, para que a viagem possa ocorrer de uma forma segura, planejada, justa e que beneficie tanto o funcionário quanto a empresa.

A Governança Corporativa é um conceito que engloba todo conjunto de práticas, políticas e processos que vão regular a administração da empresa. Juntamente com o crescimento das empresas, foi surgindo a necessidade de conciliar interesses de sócios e administradores, ainda que conflitantes.

Internacionalmente a Governança Corporativa ganhou força devido a escândalos corporativos, o que impulsionou a necessidade de estabelecer diretrizes mais rígidas e palpáveis quanto a administração empresarial. Já no Brasil, essas práticas são mais recentes e ganharam força principalmente nos anos 90 com várias privatizações e com a abertura do mercado nacional.

Neste sentido, também foi criado o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, conhecido como IBGC, ele é responsável por elaborar e divulgar quais são as melhores práticas de governança corporativa a serem seguidas pelo empresariado brasileiro.

Quais os benefícios da Governança Corporativa?

A Governança Corporativa tem como principal objetivo mediar os interesses dos sócios e administradores de uma empresa na tomada de decisões, buscando o bem comum da empresa e reduzindo assim possíveis conflitos internos. Sua ação acaba garantindo controle, qualidade na gestão, sustentabilidade econômica a longo prazo além de evitar fraudes na administração.

De modo geral, a sua implementação permite que a empresa determine objetivos a longo prazo, dando um sentido maior a empresa do que apenas cumprir com suas funções e tarefas rotineiras sem um direcionamento mais profundo, além de também estabelecer as melhores formas de se atingir esse objetivo através de um plano.

A Governança Corporativa acaba dando um propósito maior para o grupo empresarial, envolvendo todos as suas partes, e inclusive mostrando para a sociedade e possíveis investidores quais são os reais objetivos da empresa.

Suas principais práticas e ações são o monitoramento, controle e divulgação de informações. Através dessas práticas o sistema irá avaliar, monitorar e direcionar toda gestão do negócio, visualizando o objetivo principal da empresa e realizando ações para direciona-la a esse objetivo.

As principais ferramentas utilizadas são os conselhos administrativos, conselhos consultivos, relatórios periódicos, compliance, etc. E todas as ações são realizadas seguindo princípios como equidade, transparência, responsabilidade corporativa e prestação de contas.

A Governança Corporativa e as empresas familiares

O Brasil possui um grande número de empresas familiares, e o avanço da Governança Corporativa também tem atingido bastante esse modelo empresarial. Conforme tais empresas vão crescendo, sua administração fica cada vez mais complexa, sendo necessário melhorar seus mecanismos de controle, gestão e transparência. Para isso é preciso definir os papéis dos sócios, administradores e integrantes da família, visando as necessidades atuais e futuras da empresa.

Uma das ferramentas utilizadas pela Governança Corporativa em empresas familiares é o “protocolo familiar”, que consiste em um acordo estabelecido entre entes familiares para reforçar a coesão entre os sócios, além de transmitir o legado e os valores da família presentes em seu negócio. Esse protocolo tem como objetivo sedimentar de forma clara quais são os valores da empresa, quais os papéis dos sujeitos envolvidos e também reflexões sobre o futuro, os principais desafios e objetivos daquela empresa familiar.

Para produzir tal protocolo o ideal é que diferentes gerações familiares estejam envolvidas, e também é importante envolver um mediador externo para auxiliar neste processo de forma neutra, deixando quaisquer divergências pessoais de lado para focar inteiramente na empresa em si.

Os principais assuntos abordados nestes protocolos giram em torno de: ingresso de novos familiares nos quadros da empresa; separação de papéis nas esferas da família, propriedade e gestão; remuneração da família na gestão e no conselho; resolução de conflitos; saída de familiares da sociedade; participação de cônjuges na empresa, entre outros.

Ações para implementar a Governança Corporativa

Existem muitas ações que podem ser tomadas para se implementar a Governança corporativa, elas giram em torno de planejar de forma clara como se dará o funcionamento da empresa para alcançar determinado objetivo, e quais são os papeis dos sujeitos envolvidos nisso. Para isso é preciso que os processos possuam transparência, hierarquia clara, reuniões e acompanhamentos constantes sobre os projetos e ações da empresa, entre outros. Alguns passos principais podem ser seguidos e entendidos como básicos para tal implementação, porém é importante ressaltar que cada implementação se dará de maneira particular e única de acordo com as características de cada empresa. Estabeleceremos aqui algumas medidas gerais que podem ser adaptadas a cada empresa:

Separe questões pessoais dos recursos da empresa: (principalmente quanto as empresas familiares)

A separação dos recursos entre pessoais e profissionais é de extrema importância para o bom funcionamento da empresa, nenhum administrador deve usar os recursos empresariais para fins pessoais. Tal divisão pode contribuir muito para evitar fraudes e misturas patrimoniais de modo geral.

Forme um conselho consultivo:

O conselho consultivo pode servir como pedra fundamental dos princípios e valores que serão levados em conta na tomada de decisões da empresa, já que com um conselho estabelecido a visão estratégica do negócio será englobada em todos os momentos em que o conselho atuar.

Acompanhe e avalie projetos

O monitoramento e avaliação de projetos é fundamental para otimizar e preservar os valores gerados por acionistas, por isso é essencial fortalecer as atividades estratégicas, conhecer custos, rentabilidade e viabilidade dos serviços prestados, dos projetos em andamento, etc. Neste momento, a utilização de ferramentas e tecnologias pode auxiliar e muito todo o processo de acompanhamento dos projetos ativos e em análise.

Otimize os processos financeiros

Através da otimização da gestão financeira é possível otimizar a rotina de trabalho do departamento financeiro, focando menos em questões burocráticas e técnicas, passando a participar mais ativamente e estrategicamente na organização como um todo, e não só na parte financeira que pode se distanciar do resto da empresa e dos seus verdadeiros objetivos.

Promova a transparência

A transparência é um dos princípios básicos de toda Governança Corporativa, ela envolve disponibilizar constantemente informações do interesse de “stakeholders”, além de ser essencial para direcionar a otimização do valor da empresa, mostrando onde estão os verdadeiros investimentos e expectativas para os interessados, além disso, internamente todos os envolvidos vão se sentir incluídos nas metas, objetivos e direcionamentos da empresa, participando ativamente das suas decisões e acompanhando os desdobramentos dessas ações.

Fortaleça as lideranças

Por fim, todos os princípios e etapas da implementação dessas novas políticas vão depender de uma (ou mais) figura (s) de liderança dentro da empresa, apta a guiar toda a estrutura empresarial para ir em uma determinada direção. Seu papel vai envolver principalmente na coesão da empresa, unificando questões divergentes e colocando todos os processos empresariais para um único direcionamento, porém durante esse processo o líder precisa ouvir os gestores e administradores a todo tempo, para garantir que o caminho a ser tomado está de acordo com todos os passos que foram estabelecidos e decididos pela empresa.

Toda implementação da Governança Corporativa vai ter como base os princípios da empresa, seus valores e seu objetivo a longo prazo, por que tais aspectos vão determinar as particularidades de cada empresa e consequentemente qual será a melhor forma para tal implantação. Portanto para que a implementação seja útil, é necessário que haja um profundo mapeamento envolvendo todas essas questões particulares para que essa base fundamental seja estabelecida de forma correta, e para que os frutos colhidos com a implementação da Governança Corporativa estejam de acordo com as necessidades empresariais que a motivaram.

 Um dos maiores desafios enfrentados pela indústria na atualidade é se manter sempre atual e acompanhar as mudanças tecnológicas da sociedade. Por isso, a constante inovação e transformação da indústria passa a ser uma tendência importante e necessária diante deste cenário de rápidas mudanças em todas as áreas.

Pensando nisso, reunimos grandes nomes relacionados às tendências de transformação e inovação na indústria: Anna Paula Graboski, CEO da Landix; Fábio Tulio Felippe, Diretor de Inovação da Sankhya; e Mariana Nigro, Head de Inovação da Britvic Brasil para debaterem e exporem suas ideias e vivências no dia a dia profissional.

tendências da transformação e inovação na indústria

Um dos principais insights gerados logo no início do webinar é a certeza de que, para que as transformações ocorram, primeiro é preciso que haja uma mudança cultural na mentalidade das pessoas. Só isso pode fazer com que as adaptações constantes passem se tornem parte da estrutura empresarial. 

Segundo Mariana Nigro, palestrante da empresa Britvic, os projetos do dia a dia, de criar, inovar, planejar, são desafiadores, mas o principal ponto é encabeçar essa mudança cultural, tentar trazer o novo mesmo com a resistência natural das pessoas com as mudanças.

O principal ponto é lidar com essa resistência e isso só poderá ser feito com uma mudança estrutural na forma com que vemos todas essas transformações constantes, ao invés de resistir é preciso abraçar e investir nas inovações da indústria. Depois de despertar as faíscas da transformação, é preciso nutri-las para que as chamas não se apaguem, por isso a palestrante da empresa Landix, Anna, propõe:

É preciso que a inovação seja tratada de forma mais natural e cotidiana na empresa. É preciso que esse processo integre a própria estrutura de funcionamento da indústria por que as principais inovações sejam feitas nos processos simples e diários enfrentados no cotidiano.

Por isso ao longo do webinar Anna defende que em um primeiro momento as inovações não devem possuir um caráter extraordinário capaz de mudar toda estrutura empresarial e reinventar todos os processos. É ideal que elas comecem com mudanças pontuais e necessárias que vão abrir caminho para transformações posteriores mais profundas e estruturais.

Neste sentido, o palestrante Fábio, da Sankhya propõe uma desmistificação da inovação, já que vivemos em um contexto de transformações rápidas e constantes onde a única certeza que temos é que as coisas estão em uma mudança contínua. Por isso a inovação está muito próxima do cotidiano empresarial e é necessário que ela seja incorporada ao modelo industrial, tendo o seu espaço garantido e incentivado dentro das empresas.

“As transformações que aconteciam de décadas em décadas hoje acontecem em questões de semanas, por isso é preciso que a indústria se adapte a esse novo modelo de produção onde a inovação não é mais a exceção, mas a regra do cotidiano empresarial.”

Todo esse processo de inovação carrega um grande objetivo, que é adaptar de forma cada vez melhor a indústria em relação a sociedade, cumprindo o seu papel final e social de ser útil e contribuir positivamente para com o desenvolvimento geral da comunidade, ou seja, as indústrias precisam estar sempre se adaptando para acompanhar as mudanças que ocorrem ao seu redor.

Alguns exemplos concretos de ações nesse sentido são de empresários de Uberlândia que formaram um movimento “Juntos por Uberlândia”. Logo no início da pandemia do covid-19 em 2020, e se organizaram para contribuir com doações para o combate da pandemia, além de direcionar trabalhos e projetos específicos de suas empresas para ajudar o micro e pequeno empresário.

É possível conhecer essas e outras iniciativas abordadas no Painel: Tendências da transformação e inovação na Indústria | #SID2021 DIA 01, e perceber que elas podem ser consideradas inovações e adaptações da empresa ao seu contexto externo.

Além de todas as transformações que vão acontecendo com a empresa em relação ao seu meio, é importante também pontuar as transformações internas em seus processos empresariais, e para isso é importante perceber o papel fundamental que a internet e as tecnologias afins provenientes dela tem em inovar e modificar estruturas que já estavam estabelecidas a muito tempo dentro da indústria.

Neste sentido, Fábio, palestrante da empresa Sankhya, pontua que a internet encurta os processos, aproxima as distâncias, e abre possibilidades para que as coisas sejam feitas de formas diferentes e mais eficientes. A própria estrutura física das máquinas vem sendo modificada, elas estão cada vez menores, mais acessíveis, mais inteligentes, mais rápidas, e essas portas que são abertas pela evolução tecnológica através da internet devem ser aproveitadas pelos gestores empresariais, já que a tecnologia sem dúvidas é um dos combustíveis que gera energia para que todas essas possibilidades ocorram.

Porém, um aspecto fundamental de todo esse processo que precisa ser abordado é a gestão de pessoas dentro da empresa, qual é a nova forma de liderar? Qual é a forma correta da liderança empresarial guiar os seus colaboradores neste contexto? São perguntas importantes abordadas em detalhes no vídeo do Painel: Tendências da transformação e inovação na Indústria | #SID2021 DIA 01, que você pode conferir em maiores detalhes.

A palestrante Anna, da empresa Landix, propõe que as próprias lideranças precisam também se atualizar sobre qual a melhor forma de incentivar seus colaboradores a participarem das mudanças e inovações dentro da empresa, e mais do que apenas aceitar as transformações é preciso ser um agente ativo e gerador de inovações independente do cargo ocupado, ou seja, as mudanças devem ocorrer de forma a englobar todos os colaboradores da indústria, e partindo apenas de uma liderança que vai impor essas transformações aos seus subordinados hierarquicamente.

Ao se tratar das inovações na indústria, a própria hierarquia empresarial deve incentivar e impulsionar as mudanças, mas ela não pode ser protagonista deste processo sem envolver o restante da empresa, toda a empresa deve ser parte ativa e integrada para lidar com as novas dinâmicas que vão sendo modificadas em virtude de todas inovações que a indústria irá enfrentar.

Por fim, os principais pontos da discussão podem ser acompanhados em profundidade e maiores detalhes no vídeo Painel: Tendências da transformação e inovação na Indústria | #SID2021 DIA 01.

Porém, é possível levantar os assuntos mais importantes abordados no painel, entre eles:

  • A necessidade de uma mudança cultural e na mentalidade dos gestores e colaboradores das empresas, para que passem a entender as inovações como parte vital e constante de todo o processo empresarial, não apenas um fator isolado que surge em um ou outro momento nas pautas cotidianas da administração de uma empresa;
  • É preciso deixar claro que as transformações são constantes, e precisam ser encaradas com caráter de permanência;
  • É indispensável nutrir as inovações depois de colocá-las em prática, não basta apenas idealizar as modificações e adaptações necessárias mas é preciso concretiza-las e alimenta-las de forma constante para que elas possam integrar o dia-a-dia da indústria;
  • Além disso, é preciso desmistificar a inovação como se ela fosse muito grande, capaz de quebrar todos os paradigmas e modificar o funcionamento empresarial de uma vez por todas;
  • A inovação precisa e pode ocorrer nas mais simples tarefas da rotina, evoluindo dali para alcançar a inovação como um processo natural e contínuo, sedimentando uma visão mais concreta e menos ilusória do que seriam essas transformações; E como ponto final, percebemos que os agentes ativos na realização das transformações são todo o corpo empresarial, e não apenas os líderes, todos colaboradores da empresa devem participar ativamente das inovações que vão ocorrer e não apenas aceitar de forma passiva as novas mudanças.

A liderança empresarial pode e deve incentivar os processos de transformação, mas a concretização de uma nova realidade da indústria deve englobar todos os envolvidos com a empresa e não apenas sua liderança. 

Se você não conseguiu ver ao vivo e que ver o conteúdo completo, clique aqui e assista agora o conteúdo completo do Painel: Tendências da transformação e inovação na Indústria | #SID2021 DIA 01.